São Paulo - Uma semana se passou desde a saída de Emerson Leão e a diretoria do São Paulo ainda não encontrou um substituto. E o presidente Marcelo Portugal Gouvêa parece não ter pressa em definir o novo treinador.
''Não tem prazo nenhum. Estamos satisfeitos com o trabalho do Milton Cruz. Se ele vai ser efetivado ou não? Nós ainda vamos procurar alguns outros, se não for possível ficar ele'', diz.
Mas quem procurar? Essa é a grande dificuldade da diretoria. Por enquanto, só um nome foi consenso: Muricy Ramalho, do Inter-RS. Mas a multa rescisória (R$ 1 milhão) com o clube gaúcho inviabilizou a negociação.
O nome de Paulo Autuori, técnico da Seleção Peruana, começou a ganhar força nos corredores do Morumbi por ele ter um estilo rígido, bastante semelhante ao de Emerson Leão, e que agrada bastante o presidente Marcelo Portugal Gouvêa. ''Eu desejo um técnico enérgico e disciplinador, porque jogadores de primeira linha precisam de alguém com pulso firme'', afirma.
As palavras de Gouvêa são suficientes para excluir da lista o nome de Péricles Chamusca, demitido do Goiás. ''Não é porque um (técnico) saiu de um time que vai para o São Paulo'', avisa.
O próximo jogo do São Paulo no Campeonato Brasileiro será contra o Paraná Clube, sábado, no Estádio do Morumbi.

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