São Paulo - Dono da melhor campanha até aqui, o São Paulo abre essa reta final da Libertadores com um tabu a cumprir: o de nunca ter vencido um jogo nesta fase como visitante.
Na disputa da sua primeira final, em 1974, o time perdeu os dois jogos que fez fora de casa, contra o Independiente, -2 a 0 e 1 a 0 - e ficou com o vice.
Em 1992, a equipe do Morumbi mais uma vez fracassou na Argentina, dessa vez para o Newell's Old Boys (1 a 0). No entanto, comandado por Raí, o São Paulo venceu o jogo de volta pelo mesmo placar e, nos pênaltis, conquistou a sua primeira Libertadores.
No ano seguinte, ainda no embalo de Telê Santana, o São Paulo praticamente decidiu o título com um 5 a 1 em casa. Fora, perdeu para os chilenos do Universidad Católica por 2 a 0, mas mesmo assim deu a volta olímpica faturando o bicampeonato da competição.
Em 1994 o São Paulo foi novamente finalista de uma Libertadores, e com um time argentino como oponente, repetiu a sina de fiascos longe do Morumbi ao perder de 1 a 0. Na volta, o time paulista devolveu o placar, mas acabou sucumbindo nos pênaltis.
Premiação - As diretorias do Atlético e do São Paulo oferecerão cerca de R$ 700 mil pelo título da Libertadores aos seus atletas e membros da comissão técnica. Ao longo da campanha, o grupo tricolor já faturou cerca de R$ 800 mil. O Atlético pretende repassar os US$ 300 mil dados ao campeão pela Conmebol. Pela chegada à final, cada clube já recebeu US$ 250 mil.

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