Mesmo com a decisão de três patrocinadores de deixar o esporte - Dayvit, Davene e Philco -, o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, mostra-se tranquilo com a situação. Ele acha que as empresas tiveram motivos diferentes para deixar o vôlei, mas, segundo o dirigente, em nenhum caso a razão foi a falta de retorno aos investimentos feitos na equipe.
‘‘Da mesma forma que estas empresas deixam o esporte, outras estão chegando’’, diz. ‘‘Existe uma proporção de dois interessados para ocupar a vaga de quem sai.’’ O dirigente conta que a CBV está investindo na busca de novos patrocinadores e na formação de gerentes de esporte. ‘‘Fazemos exposições constantes para diretorias de Marketing e o interesse é grande’’, garante. Ary Graça acha que a criação de franquias na Superliga será uma saída para o problema da mudança constante de patrocinadores. ‘‘Estamos estudando um tipo de franquia para o Brasil, tirando os pontos positivos da NBA e da liga italiana’’, revela. Ele torcer para reverter tal quadro.
Ranking A Confederação Brasileira de Vôlei promete divulgar hoje, no Rio, as regras do ranqueamento de atletas para a formação das equipes masculinas para 1998/1999. A expectativa é de poucas novidades. A principal deve ser a pontuação também dos estrangeiros que já participaram da Superliga. A CBV resolveu criar o ranking de atletas numa tentativa de equililibrar as principais competições do País e de evitar a formação de supertimes. Os melhores jogadores recebem pontos (de 1 a 7) de acordo com o desempenho na última temporada e as equipes têm um limite máximo de pontos (30).

mockup