Passado de Juninho é arma do Palmeiras em julgamento
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quinta-feira, 07 de julho de 2005
Agência Estado 
São Paulo - O passado exemplar é o maior argumento da defesa de Juninho Paulista no julgamento de hoje no STJD, no Rio de Janeiro, pelas ofensas que ele fez contra o auxiliar Roberto Braatz na partida com o Paysandu, dia 26 de junho. O jogador do Palmeiras chamou o assistente do árbitro de ''safado'' e foi flagrado pelas tevês.
Para se defender, Juninho Paulista irá pessoalmente ao julgamento e pedirá perdão. Caso não dê certo, a estratégia será reverter a pena, que pode ser de dois a seis jogos de suspensão, em cestas básicas ou coisa do tipo.
Juninho Paulista é considerado essencial no clássico contra o Corinthians, domingo, no Morumbi. E, para evitar mais complicações, ele está proibido de dar entrevistas sobre qualquer assunto até o julgamento. Foi a forma encontrada para preservar o jogador de mais polêmicas.
O Palmeiras acionou o escritório de advocacia de Rafael Couto, que defenderá Juninho. Antônio Carlos Corcione, assessor da presidência, também estará presente na sessão do STJD.
No treino coletivo de ontem, Juninho Paulista começou entre os titulares, mas depois foi substituído pelo reserva Francis. Na zaga reserva, estava o paraguaio Gamarra indício de que Paulo Bonamigo tem dúvidas sobre a utilização do zagueiro no clássico, já que a documentação ainda não está liberada.


