São Paulo - Os nove anos de intervalo entre a última passagem pela Seleção Brasileira e a atual, iniciada na quarta-feira, fizeram diferença em Carlos Alberto Parreira. Além de mais maduro e experiente, o técnico mostra que está mais disposto a ousar. ''A princípio, o time deve atuar no esquema 4-4-2, mas dependendo do material humano disponível, a hipótese da seleção atuar com três atacantes não está descartada'', disse o treinador, lembrando do esquema que colocou em prática no Corinthians, time do qual se despediu ontem.
Parreira também revelou com que tipo de jogadores vai querer contar. O novo técnico da seleção afirmou que não vai abrir mão de uma base de atletas experientes, de alta qualidade técnica, que serão mesclados com as revelações que estão surgindo.

mockup