Parreira confirma retorno dos punidos
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segunda-feira, 20 de setembro de 2004
Folhapress 
São Paulo - O técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, disse ontem que não deverá haver novidades na convocação da próxima quinta-feira, mas confirmou que os jogadores ''punidos'', que ficaram de fora do jogo contra a Bolívia e do amistoso contra a Alemanha, irão voltar à delegação.
Os próximos jogos da seleção serão em 10 e 13 de outubro, contra Venezuela (fora) e Colômbia (em casa), pelas Eliminatórias do Mundial. ''Os que não foram convocados para a partida anterior, pelos problemas que a gente já conhece, deverão retornar'', disse o treinador, em entrevista ao site da CBF.
O treinador ''puniu'' os jogadores que não foram liberados por seus clubes para o amistoso contra o Haiti com a não-convocação para as partidas seguintes.
Para Parreira, os atletas poderiam ter ''brigado'' pela liberação. São eles o goleiro Dida, o lateral Cafu, e o meia Kaká, todos do Milan-ITA, o meia Zé Roberto e o zagueiro Lúcio, ambos do Bayern de Munique-ALE. ''Quando chegamos na eliminatória não é hora de novidade. É hora de trazer aqueles que a gente já testou, já acompanhou. É hora dos três pontos'', explicou Parreira.
Diante da Venezuela, o técnico alertou para o fato de o rival não ser mais tão frágil como antigamente. ''Sem querer causar pânico, a Venezuela não é mais aquela galinha morta. Não tem mais essa de ganhar de seis, de sete. Eles têm nove jogadores que atuam no exterior, já ganharam três jogos. Contra a Colômbia, em casa, temos obrigação de ganhar'', analisou.
Maradona Cinco meses após desembarcar em Buenos Aires para rápida visita, o ex-craque argentino Diego Maradona finalmente voltou ontem a Cuba, depois de ter permanecido internado quase todo o tempo em que ficou na Argentina.
Maradona embarcou às 12h55 para o Panamá, de onde seguiria viagem a Havana. Ele chegou ao aeroporto, onde havia vários fãs à espera, de helicóptero. Segundo a imprensa argentina, o ídolo poderia ser recebido por Fidel Castro, presidente cubano. O ex-meia ficará internado na clínica Censan para se tratar da dependência de cocaína.
Antes de chegar a Buenos Aires, em abril, Maradona estava vivendo na ilha, onde já havia permanecido internado mais de um ano na clínica La Pradera. A nova clínica em que ele ficará internado, que depende do Ministério do Interior cubano, tem regime mais rígido, segundo o médico do ex-meia, Alfredo Cahe.
Maradona foi internado pela primeira vez no dia 18 de abril, na Clínica Suíço-Argentina, com crise de hipertensão e miocardiopatia. Deixou o hospital duas vezes, mas sofreu recaídas e teve que voltar.


