Parreira compara reservas com a seleção croata
Berlim - O técnico Carlos Alberto Parreira mostra uma grande segurança em relação a estréia do Brasil na Copa do Mundo da Alemanha, hoje, às 16 horas, contra a Croácia. Ele aposta na força do conjunto brasileiro, na inversão de jogadas, algumas vezes em vezes de maneira lenta e outras com muita velocidade para confundir o adversário e bem ao seu estilo dar o bote final: a picada da cascavel.
Para atingir o seu objetivo, Parreira conta não só com os 11 jogadores que anunciou após o último jogo da etapa classificatória contra a Venezuela, assim como no banco de reservas que classificou como tão bom como muitas equipes do Mundial, inclusive a própria Croácia. ''Eu disse e repito que nosso time reserva é tão bom que poderia estar perfeitamente disputando este mundial. É tão bom quanto algumas equipes que participam dele, inclusive a Croácia'', afirmou o treinador.
Não que Parreira não leve a sério os croatas. Muito pelo contrário. Ele voltou a afirmar que o Brasil vai enfrentar uma equipe que sai para o ataque, atua com três zagueiros, dois volantes, um meia que faz a função de número um, dois alas e dois atacantes. Na sua definição, um time muito interessante e que vai dar um enorme trabalho. Mas o treinador não admite começar com outro resultado senão a vitória.
''Nosso time não joga uma partida oficial há oito meses. Então não estou exigindo uma atuação de gala nem nada. Mas quero uma vitória. É fundamental começar bem'', disse Parreira.
O técnico considerou o trabalho de preparação encerrado ontem com as palestras e vídeos que fez junto aos jogadores mostrando tudo o que sabe. ''O trabalho está encerrado. Fizemos tudo o que podíamos fazer. Agora é esperar a bola rolar para o jogo de estréia. A última preleção será antes do jogo. Vou mostrar que não adianta ser favorito sem vencer dentro de campo. Se quisermos ir longe nesta Copa tem que prevalecer o espírito de grupo, a doação, o talento, a posse de bola e a força física para impormos o nosso estilo'', afirmou o treinador. (Agência O Globo)





