Curitiba - A torcida paranista assistiu a mais um capítulo da novela entre Fredson e o Paraná Clube. Ontem, a diretoria recebeu a informação de que o jogador estava em Portugal, possivelmente atrás de outra equipe. O contrato do atleta terminou no dia 18 e desde então não houve acordo.
A diretoria do Paraná acusa o procurador do jogador, o ex-atleta Jatobá, de estar por trás do plano fujão empregado pelo volante. Segundo Aramis Tissot, presidente do Conselho Normativo, o procurador não encaminhou nenhuma contra-proposta às negociações feitas pelo clube.
‘‘Não podemos deixar ele ou qualquer outra pessoa aviltar nossos interesses. O clube merece respeito. Há muito tempo estamos tentando um acordo’’.
O problema começou na última partida do volante, contra o Malutrom, no domingo passado. Expulso do jogo, Fredson não apareceu na Vila Capanema e treinou apenas na terça. Depois disso seus direitos esportivos, segundo fontes extra-oficiais, teriam sido oferecidos para o Coxa e o Internacional, mas foram recusados. Seu sumiço pode dar início a uma briga judicial.

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