Curitiba - Com escalação ainda indefinida, o Paraná viaja hoje para Caxias do Sul, onde enfrenta o Juventude, amanhã à tarde. Depois de fazer alguns testes no último coletivo antes da partida, realizado na tarde de ontem, Paulo Comelli mantém mistério em duas posições
da equipe. A primeira é na cabeça-de-área, em que segue a dúvida entre Rômulo e Vágner; e outra no ataque, com Éder podendo ceder seu lugar a Rodrigo Pimpão.
  ‘‘É um jogo dificílimo, no campo de um adversário que precisa do resultado, mas procuramos passar confiança para que o time possa vencer’’, afirma o treinador, que explica o motivo da indefinição do substituto de Agenor: ‘‘temos um esquema tático definido e o Agenor se encaixou muito bem. Tenho esta dúvida entre o Rômulo e o Vágner para ver qual deles se encaixa melhor na função, que não é fácil de fazer’’. Rômulo leva pequena vantagem pela possibilidade de atuar também como terceiro zagueiro.
  Indepentemente de quem jogar, a receita para vencer a quarta partida consecutiva – segunda como visitante – é manter o ritmo dos últimos jogos, em que o Tricolor apresentou o melhor rendimento na Série B. Como joga fora da Vila Capanema, a tática adotada por Comelli é a mesma utilizada contra o Vila Nova, em Goiânia, apostando na forte marcação e nos contra-ataques. O que amplia a responsabilidade dos armadores e atacantes da equipe, como o veloz Ricardinho. ‘‘Todo mundo tem que marcar, mas tem que jogar também. Nós ganhamos do Vila Nova fora de casa porque não só marcamos, mas também saímos para jogar. Então tem que fazer isso contra o Juventude’’, finaliza o atacante.

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