Paraná tenta espantar síndrome
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segunda-feira, 13 de abril de 1998
Edmundo Inagaki 
Arquivo FolhaPachequinho pode acertarBastaram duas derrotas consecutivas - Apucarana e Ponta Grossa, ambos por 1 a 0 - para o Paraná Clube ser contaminado com a síndrome de Robin Hood, que tira pontos dos grandes clubes para dá-los aos pequenos. Temendo que a história se repita diante do Londrina, quinta-feira, às 20h30, no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, jogadores, comissão técnica e diretoria já entraram numa espécie de quarentena.
A ordem no clube é retornar o mais rapidamente possível à normalidade, buscando o diálogo e a forma física e técnica perdida com a sequência de quatro jogos em oito dias, pelo Paranaense e Copa do Brasil.
Na opinião do meia Sabino, que alimenta a esperança de sair jogando contra o Londrina, o time precisa recobrar a personalidade para ganhar novamente o apoio da torcida. Depois do empate (1 a 1) com o Atlético Mineiro pela Copa do Brasil, tivemos dois jogos com um desempenho muito fraco, mas não podemos nos abater.
O atacante Pachequinho, que encerrou domingo sua participação no Campeonato Paulista jogando pela Matonense, pode ser apresentado hoje como novo reforço do tricolor. Em entrevista por telefone, o jogador disse que está feliz por retornar ao estado para defender as cores do Paraná. Pachequinho já passou pelo Coritiba e Atlético.
As negociações com a diretoria do clube estão adiantadas. Quero acertar a assinatura do contrato para participar do quadrangular do Paranaense e também do Campeonato Brasileiro, declarou o atacante.
Hoje o técnico Cláudio Duarte comanda o primeiro treino da semana. O lateral-esquerdo Ednélson, que cumpriu suspensão e o meia Luiz Henrique, contundido, devem retornar à equipe.


