O Paraná Clube espera no confronto de hoje contra o Bangu, às 17 horas, no Rio de Janeiro, fazer do contra-ataque uma arma a favor na busca pela primeira vitória fora de casa no Módulo Amarelo da Copa João Havelange. O alerta é dado pelos próprios jogadores, que não querem repetir o erro de deixar o adversário contra-atacar como ocorreu na derrota de 3 a 0 para o Joinville, quarta-feira, em Joinville.
A ordem no grupo é paciência nas idas ao ataque. O volante Hélcio, um dos que ficaram mais aborrecidos com a derrota para o time catarinense, dá a receita para o tricolor não perder de novo. ‘‘Não podemos ir que nem loucos para o ataque. É básico, vamos jogar fora de casa e, então, o contra-ataque tem que ser nosso, pois o adversário é que tem que tomar a iniciativa no jogo’’.
O técnico Geninho também é categórico. ‘‘Se temos 100% de aproveitamento em Curitiba é porque a equipe tem potencial para vencer também fora de casa. Mas isso vai acontecer naturalmente. Não podemos forçar a situação, pois isso causa nervosismo e mais erros’’.
O treinador se vê obrigado hoje a fazer pelo menos quatro alterações. O lateral-direito Gil Baiano e o zagueiro Nem, suspensos, serão substituídos por Marcelo e Ageu. Quem também não joga é o lateral-esquerdo Vanderley, que está sentindo dores do tornozelo. César fica com a sua vaga. O volante Frédson, com contratura muscular, fica de fora para a entrada de Fabrício.
Além das mudanças forçadas, Geninho vai mexer também no ataque por opção técnica. Flávio, que vem perdendo muitos gols, será substituído por Márcio.
O técnico não teme que os desfalques possam prejudicar ainda mais o rendimento do time. ‘‘O time fica sim mais desontrosado, mas a garra dos que estão entrando é muito grande e a gente supera os problemas’’.

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