Curitiba - O Paraná Clube começou a segunda fase do Estadual embalado pela vitória sobre o Cianorte por 1 a 0, mesmo com um jogador a menos. O resultado animou a equipe para a partida de quinta-feira, contra o Nacional, em Rolândia. Apesar disso, o Tricolor deverá ser mais cauteloso, pois o Nacional venceu seu primeiro jogo no octogonal e quer repetir o resultado da primeira fase, quando derrotou os paranistas por 2 a 0.
Autor do gol da vitória contra o Cianorte, o ala-esquerdo Fabinho ainda está com a sua escalação ameaçada. O atleta cumpriu uma partida de suspensão pela expulsão contra o Coritiba, mas será julgado e pode pegar mais uma partida de punição. Ainda assim, o jogador aposta na garra do grupo para superar as dificuldades em Rolândia. "Sabemos que teremos um jogo muito difícil, mas estamos trabalhando bastante. O Nacional é uma equipe que cresceu muito na competição, não foi à toa que ganhou o primeiro jogo dentro de casa. Então, não encontraremos jogo fácil, todos eles serão difíceis", afirmou.
Entre as dificuldades, segundo Fabinho, estão a marcação do Nacional e as dimensões reduzidas do campo. "O campo lá é pequeno, não haverá muito espaço. Então será um jogo de pegada, de detalhes, onde teremos muita marcação e muita atenção", disse.
Sobre um provável favoritismo ao time da casa, principalmente pela campanha mais regular do Nacional, Fabinho disse que a camisa do Paraná deve prevalecer e o time jogar como equipe grande. "Os favoritos somos nós. Pela camisa, pela história do Paraná, a gente vai para lá com o objetivo de ganhar, não para defender. Vai ser difícil, mas queremos voltar com os três pontos de lá, mesmo sabendo das dificuldades que encontraremos".
Artilheiro do campeonato com oito gols, o atacante Wellington Silva prevê uma forte marcação sobre a equipe e tira essa lição do primeiro confronto. "Eles têm fortes marcadores, isso dificulta muito e com certeza teremos que ter muita superação para sairmos com um bom resultado", afirmou.
Wellington também prevê dificuldades para o Paraná chegar ao gol, principalmente pelo bloqueio formado pela defesa do Nacional. "A equipe deles é muito fechada. Eles fecham bem o meio de campo com os três volantes, então o Paraná terá que marcar muito forte também e ter paciência para fazer os gols. Além disso, teremos a situação do campo pequeno, pois se eles souberem fechar encontraremos dificuldades", disse.

mockup