O Paraná Clube faz sua estréia hoje no Campeonato Paranaense diante do União Bandeirante, às 16 horas, no Estádio Durival de Brito, em Curitiba, tentando manter o ritmo de jogo que surpreendeu o Joinville na quinta-feira, quando goleou os catarinenses por 5 a 2. A volta de Ronaldo Alfredo é considerada importante pelo técnico Carbone que pode perder o atacante Narcízio por mais um jogo.
Narcízio sentiu dores na coxa direita durante o aquecimento para a partida contra o Joinville, ainda no vestiário. Foi substituído por Ronaldinho que não comprometeu, mas não teve a postura tática que Narcízio, que tenta se firmar no time titular mantém.
O atacante recentemente contratado junto à Ponte Preta (SP) é dúvida para o jogo e tudo leva a crer que Reinaldo e Elizeu formarão a dupla de ataque.
Além desse possível desfalque, Fredson começou a treinar com bola nesta semana e pode retornar dentro de alguns dias, o mesmo acontece com o meia Lúcio Flávio que está praticamente confirmado para entrar no jogo contra o Cruzeiro, na próxima semana no Mineirão. Segundo o departamento médico, ele ainda não poderá jogar os 90 minutos, mas tem amplas condições de jogar uma etapa. O japonês Hashimoto, que estreou nos últimos minutos do jogo passado, também pode ter sua segunda chance.
Gil Baiano, Fernando Diniz e o atacante Flávio não fazem mais parte do elenco, além do zagueiro Miltom do Ó que acertou sua permanência no Atlético juntamente com o zagueiro Nem. Uma das maiores novidades porém estará no banco. O técnico Carbone, 54 anos, dirige o Paraná depois de passagens pelo Botafogo-RJ, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras e Atlético-MG.
O União não apresentará grandes novidades. A equipe continua com uma sólida base de juniores, atuais campeões estaduais. O técnico Cláudio Antunes permanece em dúvida entre escalar Bizu ou Luis Antônio no gol.
O grupo acompanhou junto com a comissão técnica a gravação da goleada do Paraná no meio de semana. Segundo o supervisor José Corpas Moreno (Zé Bisteca), os jogadores não devem se amedrontar com o padrão ofensivo do adversário. ‘‘Se isto acontecer, vamos nos perder, como ocorreu com o Joinville’’. (Colaborou Lúcio Flávio Moura)

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