Paraná quer acabar com sina diante de pequenos
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Luciano Balarotti<br> Equipe da Folha 
Curitiba Mais uma vez às voltas com a síndrome de Robin Hood, o Paraná viajou ontem para o Ceará, onde amanhã enfrenta o Fortaleza no encerramento do 1º turno da Série B. Tentando evitar a repetição dos tropeços diante dos últimos colocados do campeonato algo que já ocorreu diante de Duque de Caxias, ABC e Campinense , o Tricolor só pensa em vitória contra time que ocupa lugar cativo na zona de rebaixamento.
Seguindo à risca a estratégia utilizada em todos os jogos anteriores, Sérgio Soares não confirma a equipe que vai a campo, embora tenha dado mostras de que não irá fazer grandes mudanças. Entre aqueles que devem ser mantidos no time titular está o volante Luiz Henrique, novamente improvisado na ala-direita, enquanto o titular Murilo segue em recuperação. Isto porque Marcelo Toscano outra vez à disposição do treinador sequer foi relacionado para a viagem.
Assim, as eventuais mudanças na escalação devem ficar reservadas ao setor ofensivo. Rafinha tem entrado bem no decorrer dos jogos marcou três gols em três partidas e aguarda a primeira chance como titular. Se isto acontecer, o escolhido para deixar o time deve ser mesmo Wando, já que ambos têm características de jogo parecidas, enquanto Adriano é jogador de área. Apesar da ainda não ter marcado nenhum gol, o centroavante esbanja confiança e acredita que o jejum não durará muito. Eu sempre quero fazer gols, mas o mais importante é o time vencer os jogos. Estamos em um caminho muito bom, temos que continuar neste mesmo ritmo para conseguir nossos objetivos, afirmou o atacante Adriano.
Ontem o clube apresentou oficialmente o goleiro Zé Carlos. Revelado pelo Criciúma, único clube de sua carreira, o jogador de 23 anos é um digno representante da escola de goleiros-artilheiros. Marquei 17 gols nas categorias de base e três como profissional, dois de falta e um de pênalti, conta Zé Carlos, que diz que o Paraná tem bons goleiros, mas venho para brigar pela posição. Se não fosse assim, era melhor nem vir.


