O jogo Paraná Clube contra o líder Operário foi antecipado das 16 horas de domingo, para 15h30, no Germano Krueger, em Ponta Grossa. Os dirigentes de ambos clubes estavam tentando marcar a partida para sábado, para fugir da concorrência do clássico Atletiba que vai ser transmitido ao vivo, para todo o Paraná, menos Curitiba.
Ontem, doze jogadores do Paraná foram reavalidados fisicamente na Universidade Federal do Paraná, no Jardim das Américas. Hoje, outros oito serão avaliados. O resultado do teste sai na próxima semana. Somente na parte da tarde de hoje é que o tricolor começa os preparativos para a partida contra o Operário.
O lateral Wilson (foto) aprovou os testes de avaliação física. Para ele os jogadores poderão ter um preparo de acordo com o seu biotipo. ‘‘A equipe vem subindo de produção. Daqui pra frente, com uma preparação direcionada, o rendimento dos atletas deve ficar melhor. Os professores Vanderley e Solivam aplicarão exercícios direcionados para o biotipo de cada atleta’’, falou Wilson.
A definição da equipe que enfrenta o Operário sairá somente no sábado, após um treino tático, na Vila Olímpica. Márcio Araújo disse estar disposto a repetir o mesmo time que venceu o Apucarana, com a entrada do atacante Fernando Diniz, recuperado de uma contusão na virilha da perna direita. O time deve começar com Régis; Wilson, Adílson, Milton do Ó e Dedé; Hélcio, Émerson, Lúcio Flávio e Valdeir; Carlos Alberto Dias e Fernando Diniz.
O atacante Daniel foi liberado e vai procurar outro clube. Agora, Márcio Araújo espera a contratação de um atacante com urgência. A diretoria paranista tentou Almir, ex-São Paulo e Santos, que acertou com o Internacional, do Rio Grande Sul. Depois, entrou em contato com o Caxias-RS para tentar emprestar Washington, destaque da equipe na Copa Sul. Mas os dirigentes gaúchos só têm interesse em vender o atleta. Como os cofres do clube estão vazios, o negócio não deve sair.
O ex-técnico Zequinha apareceu ontem a tarde na Vila Olímpica, pela primeira vez depois de ter feito uma angioplastia. Ele foi bastante festejado pelos jogadores que estavam no Erton Coelho e marcou uma reunião com o presidente, Dilso Rossi, para decidir o seu futuro no time do Boqueirão. Em 90 dias, o treinador deve ser liberado para poder exercer funções em campo. ‘‘Não pretendo parar minha carreira. Se dentro de três meses aparecer uma nova oportunidade de dirigir uma equipe, vou aceitar’’, explicou Zequinha.

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