Paraná Clube pede reforço de segurança na Estradinha
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quarta-feira, 22 de março de 2006
Claudio Yuge<br>Equipe da Folha 
Curitiba - O Paraná Clube respeita mas não teme o adversário das semifinais do Paranaense, o Rio Branco. No entanto, o Tricolor tem medo de problemas extra-campo e quer segurança reforçada, já que a diretoria espera encontrar pressão incomum antes e depois da partida do domingo, na Estradinha, em Paranaguá, principalmente depois de relatos da cúpula do Londrina, desclassificado no mesmo estádio, na semana passada.
Dentre vários problemas, a assessoria de comunicação do Tubarão afirmou que não houve escolta policial adequada, tanto para o time quanto para os alvicelestes, e a diretoria foi obrigada a assistir o jogo sob ameaças da torcida adversária. Além disso, os vestiários não teriam água e luz e vários objetos teriam sido arremessados contra o técnico Vica e o goleiro Serginho.
A cúpula do Rio Branco negou imediatamente tais declarações e recebeu pedido de reforço na segurança por parte do Paraná Clube, que prefere não arriscar. O Tricolor quer escolta policial da comissão técnica e dos torcedores na chegada e saída de Paranaguá, assim como um espaço reservado para a torcida, sob observação de oficiais.
Além da equipe, 700 torcedores devem deixar Curitiba para assistir o jogo em Paranaguá. Dez ônibus da torcida organizada Fúria Independente foram disponibilizados para a viagem e os interessados em garantir um lugar devem ligar para o telefone (41) 3023-4777.
O técnico Luiz Carlos Barbieri deve definir hoje o time titular para o confronto. O volante Beto, suspenso, é desfalque certo. A maior novidade pode ser a escalação de meia Sandro no lugar de Maicossuel ou Marcelinho, já que ambos caíram de produção nas últimas partidas. Sobre contratações, a diretoria do Tricolor teria uma relação de oito nomes, oriundos do futebol paulista e gaúcho, para reforçar o grupo no Brasileirão.


