São Paulo - Para o zagueiro francês Lilian Thuram, jogar com o Brasil é algo que lhe traz lembranças não só por ele ter estado na final da Copa do Mundo de 1998, em que a França se sagrou campeã contra a seleção brasileira, mas também porque o Brasil sempre fez parte da sua vida como torcedor de futebol.
Mas ele alerta que, se isso faz do Brasil favorito para vencer seu time nas quartas-de-final, não faz dos brasileiros os vencedores antecipados da partida. ''Quando era pequeno torcia pelo Brasil. Eram os melhores, por isso eu era torcedor brasileiro como todo mundo. O Brasil representa o futebol, simplesmente. Mas se tem alguma coisa que faz o futebol ser amado no mundo inteiro, é o fato de nunca se saber como um jogo vai terminar. Nem sempre ganha o favorito'', apontou.
Aos 34 anos, assim como Zinedine Zidane, Thuram está no time com a maior média de idade da Copa do Mundo a mais próxima dos 30 anos. Mas o zagueiro da Juventus, diferente de ver isso como uma desvantagem, diz acreditar que a idade traz uma maneira diferente de curtir a competição. ''É uma sensação difícil de descrever. Quando Zidane marcou o terceiro gol, foi a liberação. Saboreei o momento de uma maneira incrível. Sem dúvida, pela idade'', apontou Thuram.

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