Para os brasileiros, potência ditou o ritmo
Agência Estado
De São Paulo
Os brasileiros da equipe BR Lubrax voltaram do Rali Paris-Dakar-Cairo com a sensação de que os resultados obtidos poderiam ser melhores. A tática teve de ser readaptada, porque a previsão de um percurso com vários obstáculos não foi confirmada, o que prejudicou André Azevedo, Klever Kolberg e Juca Bala, que não tinham máquinas de potência equivalente a de seus adversários.
Com isso, para Klever, a estratégia utilizada pelos pilotos foi o arrojo na direção. Fiquei impressionado com a capacidade de todo mundo andar rápido, afirma. Isso atrapalhou a nossa equipe. Para ele, o resultado foi satisfatório, pois, além do vice na categoria carros maratona, subiu do 17º para o 14º lugar no geral em relação ao ano passado.
Segundo André Azevedo, como o meu caminhão era mais pesado e menos potente, não tinha como acompanhar a velocidade dos adversários. André terminou o rali em quarto lugar na classificação geral, perdendo o pódio na última etapa por apenas cinco segundos.
Para Juca Bala, que não terminou a prova por causa da quebra do motor de sua moto, como havia muitas retas no percurso, a potência das motocicletas ditou o ritmo da competição, forçando demais os motores. Além disso, o consumo de combustível foi muito grande, obrigado-me a diminuir a aceleração no fim de algumas etapas. Juca abandonou a competição, quando estava em quarto lugar na categoria maratona, depois de vencer duas etapas.





