Para o técnico do Foz, Morruga, o favoritismo creditado aos outros clubes, como no caso de sua chave ao Vasco da Gama, Malwee/Jaraguá do Sul-SC, Minas/Pax, acabou beneficiando sua equipe. ‘‘Um dos fatores para a nossa classificação foi exatamente o fato de ninguém acreditar no Poker e isto foi deixando a gente trabalhar sossegado e os adversários não se cuidavam tanto, de certa forma, ao nos enfrentar. Depois de cada rodada a gente via o que a gente precisava fazer e vivemos cada momento para sempre permanecer com chances. Demos chances para que a classificação acontecesse’’, conta Morruga.

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