Para o Londrina, Clube Brasil deveria apelar à Justiça
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terça-feira, 04 de julho de 2000
Jairo Gomes De Londrina 
Os integrantes do Clube Brasil, que reúne equipes da extinta Série B do Campeonato Brasileiro, não gostaram nada do que o Clube dos 13 fez ontem em São Paulo. Segundo o coordenador-geral do Londrina Esporte Clube, Célio Guergoletto, foi uma virada de mesa e o Clube Brasil não concorda com isso.
Segundo Guergoletto, a posição do Clube Brasil é a de apelar até para a justiça para resguardar os seus direitos. Segundo o dirigente, o Clube dos 13 convidou 12 equipes que não fazem parte da Série B para disputar o Grupo Amarelo, que seria a Segunda Divisão disfarçada.
Guergoletto disse que uma preocupação dos integrantes do Clube Brasil é com alguns integrantes do Clube dos 13, como Eurico Miranda, Paulo Maracajá e o próprio presidente da entidade, Fábio Koff, que pode querer vender para a televisão as divisões B e C, juntamente com a A. Eles ficariam com o dinheiro e nós só jogaríamos, alega.
Negociação Guergoletto disse que o volante Marco Antônio não será mais vendido ao Atlético Goianense. O Londrina estava pedindo R$ 60 mil pelo passe do jogador, mas o time goiano queria o pagamento em parcelas. Assim não me serve, disse o dirigente, que alega precisar desse dinheiro para pagar o débito com alguns jogadores que disputaram o último Paranaense. Agora, o próximo jogador que pode ser negociado é o juvenil Marcos Rafael, que é meia. Outro que também pode ser vendido é o atacante Renato Brasília.


