‘‘Depois de Pelé, Zico foi o melhor jogador que vi jogar.’’ Michael Laudrup, é um fã declarado do atual auxiliar-técnico de Zagallo. A admiração pelo brasileiro nasceu quando ambos jogavam na Itália, nos anos 80 - Zico pela Udinese e Laudrup pela Lazio. Romário, companheiro na época do Barcelona, é também um dos ídolos dele. ‘‘Romário não faz falta apenas para o Brasil, mas para o futebol também.’’
Muito em breve, o craque dinamarquês, de 34 anos, estará com as chuteiras penduradas. Enfim, vai poder voltar a seu país e dedicar-se à importação e venda de vinhos, uma espécie de negócio misturado com um hobby, que tem dividido ultimamente com o futebol. Laudrup, que já foi dono de restaurante, ainda pode enveredar para o caminho da cartolagem e transformar-se, por exemplo, em um embaixador do futebol dinamarquês.
A decisão de abandonar o futebol definitivamente está praticamente tomada. E nada melhor do que fazer isso depois de uma Copa do Mundo. Laudrup, a melhor tradução da paixão do dinamarquês pelo futebol, não atuará mais em clubes também. Depois de passagens pelas italianas Juventus e Lazio e pelos espanhóis Barcelona e Real Madrid, Laudrup fez sua despedida no holandês Ajax, onde conquistou o título nacional na última temporada.
Laudrup é considerado o melhor jogador dinamarquês de todos os tempos, é o único remanescente da surpreendente campanha na Copa do Mundo do México, em 1986, e a principal esperança de vencer os brasileiros hoje, em Nantes. Laudrup é o jogador mais assediado pelos torcedores nos treinos, uma espécie de Ronaldinho dinamarquês neste ponto.France PresseAdmiração pelo BrasilMichael Laudrup, o maior jogador dinamarquês de todos os tempos: ‘Zico foi o melhor que vi jogar’Agência Estado

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