Para Juca Bala, título é resultado dos treinos
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2001
Agência Estado De São Paulo 
O preparo da equipe, em especial com as motocicletas, foi tão bem feito que se não houvesse nenhum problema com o equipamento dificilmente seus pilotos não chegariam ao pódio. A opinião é do vencedor dos Rali Paris-Dakar, Juca Bala, na categoria motos até 400 cc. Ontem, em São Paulo, Juca contou que os treinamentos intensivos no Brasil e a sua experiência em duas edições do evento explicam a vitória. Se o Jean Azevedo não fosse obrigado a desistir nós faríamos primeiro e segundo. Jean abandonou em razão de fortes dores na coluna.
Desde que o País passou a disputar o Paris-Dakar, há 14 anos, conquistou 12 pódios, sendo venceu em quatro oportunidades, lembrou hoje Klever Kolberg, que competiu na categoria carros com um Mitsubishi Pajero Full. Klever deixou a competição depois que a equipe de apoio não substituiu o diferencial dianteiro do carro, transformando seu Pajero num veículo de tração traseira e não 4X4.
Juca Bala comentou que para vencer na categoria motos geral, a mais importante, como fez o italiano Fabrizio Meoni, tudo teria de ser revisto no seu planejamento. Na geral, Juca, que competiu com uma moto Honda Falcon Rally, acabou em 23º. Eu teria de realizar de 70 a 80 mil quilômetros de treino antes de iniciar o rali. Ontem também desembarcou em São Paulo a dupla Reinaldo Varela/Alberto Fadigatti, vice-campeã na categoria T3.2, com o jipe brasileiro Troller T5 Diesel, na qual haviam 22 inscritos. Na geral, eles acabaram em 22º lugar, sendo que 113 largaram.


