Para ex-jogadores queda do Brasil no ranking é justa
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quarta-feira, 16 de maio de 2001
Lancepress Do Rio de Janeiro 
A perda da liderança no ranking mensal da Fifa pelo Brasil não surpreendeu ex-integrantes da Seleção Brasileira. Ex-jogadores reconheceram o crescimento do futebol francês, especialmente depois da conquista do Mundial de 1998, e o fraco desempenho do futebol brasileiro.
Nilton Santos vê a queda de qualidade dos jogadores como o maior problema. Para ele, o único e último grande craque brasileiro em ação é Romário. Não há mais jogadores como na minha época, lamenta o bicampeão mundial pela Seleção em 1958/62. O lateral-direito Djalma Santos, também bicampeão em 58/62, diz que a queda pode servir de alerta.
Tostão, atacante tricampeão mundial em 1970, disse desconhecer os critérios de escolha da Fifa, mas admitiu que o futebol brasileiro vai mal: O bom senso mostra que a França tem sido melhor. Mas, a queda de qualidade e de força do futebol brasileiro vem ocorrendo há muito tempo. Talvez, a Fifa tenha sido a última a reconhecer isto.
Carlos Alberto Torres, lateral-direito e capitão do time que conquistou o tricampeonato em 1970, crê numa reação do Brasil: Temos todas as condições de passar por essa fase.


