Curitiba - Caso o campeonato estadual comece apenas em maio, os clubes terão prejuízos. Com as cotas de televisão em torno dos R$ 120 mil, equipes como o Londrina, que realiza reformas em seu estádio e investe no departamento profissional; a Portuguesa, com folha salarial de R$ 40 mi; e o Maringá, com despesas de R$ 100 mil mensais, apenas aguardam as definições do campeonato.
O presidente do Londrina, Peter Silva, criticou o rumo tomado pelas negociações do contrato, que pode obrigar as equipes a esperar pelo fim das copas regionais.
‘‘Fizemos nossa parte ao apresentarmos diversas vezes as fórmulas de disputa, mas parece que a rede de televisão quer que os clubes desistam’’, disse Silva.
Para o presidente da Portuguesa, Hélio Camargo, o calendário quadrienal está matando os clubes que revelam atletas. ‘‘São as galinhas dos ovos de ouro que estão sendo mortas, por causa de um calendário que privilegia os clubes maiores’’, afirmou Camargo.

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