Para Assis,
a vaga já está
garantida
O mais perto que o Atlético chegou até hoje da Libertadores foi em 1983, quando conseguiu a terceira colocação no Brasileiro, sendo eliminado na semifinal pelo Flamengo. No primeiro jogo, no Maracanã, o time carioca fez 3 a 0. Na partida de volta, no Couto Pereira, o Atlético precisava fazer três de diferença – mas só conseguiu ganhar por 2 a 0.
Para alguns atletas daquele time, a frustração daquela época não irá se repetir hoje. Assis, que formou o famoso ‘‘casal 20’’ com Washington, disse que a vaga está na mão. ‘‘Ao contrário da gente naquele ano, hoje a vantagem é toda do Atlético, que tem um time muito forte e poderá até ganhar no Mineirão’’, avalia o atacante, atualmente treinador dos juniores do Grêmio Maringá, garantindo que o Rubro-Negro estava tão confiante naquela época que já se falava em chegar a Tóquio.
Um pouco mais comedido, o meia Nivaldo afirmou que o objetivo era o título Brasileiro. ‘‘Pensávamos na Libertadores, até porque se passássemos pelo Flamengo já seríamos vice-campeões e já estaríamos garantidos, mas o que mais nos desapontou mesmo foi não ter vencido o campeonato.’’

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