Papo de Copa
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 07 de julho de 2006
Rodrigo Lima 
Retrato de um fracasso
A seleção brasileira chegou à Alemanha badalada e com toda pompa de favorita. Após o fracasso, deixou o país da Copa desfigurada e sob vaias e protestos. Num time em que ninguém brilhou, pois o salto alto atrapalhou os craques, apenas um brasileiro está na lista dos 23 melhores jogadores do Mundial. Zé Roberto, talvez o menos badalado da trupe de Parreira, está na seleção da Copa. Boa, Zé.
Brasil, segundo os alemães
Pesquisas para o Plano Aquarela - Marketing Turístico Internacional, indicam os aspectos positivos que os alemães enxergam no Brasil: clima (37%), povo (35%), natureza (24%) e praias (9%). Em 2005, 336.167 alemães entraram no Brasil. As pesquisas indicam ainda que os anfitriões da Copa buscam no Brasil os destinos de sol e praia (21%), esporte (16%), ecoturismo e natureza (12%), cidades, negócios e cultura (10%), festas populares (5%) e incentivos (8%).
Vai que é sua!
Clima de Copa do Mundo empolga todo o planeta. Na Indonésia, até um orangotango quis sentir o gostinho de ser goleiro por um dia.
Fique por dentro
25 gols sofreram o goleiro Carbajal, do México, em cinco Mundiais (1950, 1954, 1958, 1962 e 1966) e Al Deayea, da Arábia Saudita, em três Copas (1994, 1998 e 2002), os mais vazados da história da competição.
Um gol
Durante todos os cinco jogos da seleção brasileira na Copa do México, em 1986, o goleiro Carlos sofreu apenas um único gol. O mesmo foi marcado por Michel Platini no jogo em que o Brasil foi eliminado pela França, na decisão por pênaltis. Após o tempo regulamentar e a prorrogação, a partida terminou em 1 a 1.


