Papo de Copa
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 05 de julho de 2006
Rodrigo Lima 
Nó tático
Ontem, revendo Brasil 0 x 1 França, o que me chamou a atenção foi o comportamento dos franceses em campo. Todos corriam, marcavam e apareciam para o jogo. Ah, claro, e obedeceram, durante os 90 minutos, a ordem do técnico Raymond Domenech: recebiam a bola, dominavam e já passavam. Foi assim o jogo inteiro. Com o famoso e manjado dois toques, a França acabou com a estática equipe de Parreira.
Erramos
Bola fora na capa do Folha Copa de ontem: o italiano da foto é o zagueiro Cannavaro, e não o meia Del Piero, como foi publicado na legenda.
Orgulho alemão
Ao contrário dos brasileiros, que logo após a derrota para a França tiraram bandeiras das janelas e evitaram usar camisas da seleção, os alemães ontem estavam orgulhosos com a seleção que perdeu para a Itália. Como a Alemanha brigou do início ao fim pela vitória, o choro da derrota foi de orgulho pelo que fizeram os jogadores em campo. A alemã da foto, que estende uma bandeira na janela de casa, retrata bem o orgulho alemão.
Fique por dentro
25 jogos é o recorde de participações de um treinador na Copa do Mundo. A marca pertence ao alemão Helmut Schn, que comandou a seleção do seu país nos Mundiais de 1966, 1970, 1974 e 1978.
Em campo, amigos
Estados Unidos e Irã, seleções de países com culturas opostas, se enfrentaram na primeira fase da Copa da França, em 1998. Em vez de clima de guerra, muita amizade e paz. Antes do início da partida, o goleiro do Irã entregou um buquê de rosas a uma torcedora norte-americana.
Abraço suspeito
A alegria do zagueiro italiano Materazzi era tanta que ele não pensou duas vezes quando o jogou acabou. De joelhos, abraçou o árbitro mexicano Benito Archundia. Que felicidade.
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