Apenas especulação
O confronto Brasil x França trouxe à tona o caso Ronaldo na final de 98. E-mails pipocam nos computadores com aquela velha e surrada versão de que o Brasil vendeu o jogo em troca de uma Copa do Mundo. Não adianta, qualquer versão é pura especulação. Enquanto os principais envolvidos (Ronaldo, Zagallo, Ricardo Teixeira, Roberto Carlos) não abrirem a boca para contar o que realmente aconteceu naquela final em Paris, nunca saberemos a verdade.


Oba, hoje tem jogo!
Dois dias sem jogos na Copa do Mundo é uma eternidade. Ainda bem que hoje tem dois grande duelos: Alemanha x Argentina e Itália x Ucrânia. E para amanhã, qual seu palpite para Brasil x França? Envie seu e-mail, a favor ou contra a equipe de Parreira.


Claro que é revanche
  Por mais que alguns jogadores e a Rede Globo queiram convencer os brasileiros que o duelo de amanhã com a França não é uma revanche da Copa de 1998, é impossível não associar este jogo das quartas-de-final com o fatídico 3 a 0 que o Brasil levou em Paris. Ainda mais que os personagens, oito anos depois, são praticamente os mesmos (pra você ver, amigo leitor, como a base das duas seleções é velha).


Fique por dentro

68.991 pagantes por partida é a maior média de público de uma Copa do Mundo. Ela foi registrada em 1994, nos Estados Unidos.

Novidades em campo
A Copa dos Estados Unidos-1994 apresentou algumas novidades nas regras do jogo, que tornaram o futebol mais dinâmico. Veja as principais mudanças: 1) para estimular os times a buscarem o ataque, a Fifa passou a dar três pontos por vitória, contra os tradicionais dois pontos; 2) A permissão de fazer uma terceira substituição, em caso de contusão de goleiro; 3) Em vez cinco jogadores, os técnicos puderam contar com 11 reservas no banco.


Fim da geração de ouro
A conquista do tricampeonato mundial, com a vitória por 4 a 1 sobre a Itália, foi para muitos craques brasileiros a última partida em Copas. Em 1974, Félix e Carlos Alberto cederiam seus lugares aos reservas Leão e Zé Maria. Brito, com 35 anos, estava quase pendurando as chuteiras. Everaldo morreu em uma acidente de carro. Tostão, com problemas no olho, abandonou a carreira. Clodoaldo foi cortado por contusão poucos dias antes da Copa da Alemanha. Pelé se despediu da seleção em 1971. Os únicos remanescentes do tri em 1974 foram Piazza, Rivelino e Jairzinho.


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