Fair-play
  O Brasil lidera a classificação do fair-play, troféu que recompensa a atitude das equipes dentro e fora de campo. A Fifa criou um sistema de pontuação para cada atitude das seleções – o Brasil lidera com 914 pontos, seguido de França (893), Argentina (872) e Alemanha (864). O vencedor do troféu receberá US$ 50 mil em equipamentos esportivos para para as seleções de base.

Críticas dos leitores
  Recebi algumas críticas por ter apontado falhas da seleção brasileira e criticado jogadores como Ronaldo Bola 9, Ronaldinho Pior do Mundo Gaúcho, Cafu, Roberto Carlos e Adriano. Mas insisto: para ser campeão, o Brasil precisa melhorar muito e jogar um futebol mais envolvente.

No alvo
  Michael Ballack, o craque da seleção alemã que ainda não fez gol nesta Copa do Mundo, anda treinando muito para acertar na mosca (ou na rede). Coitado do Abbondanzieri, goleiro da Argentina, adversária da
Alemanha nas quartas-de-final.

Na moedinha?
  A Copa do México, em 1970, poderia ter sido decidida por sorteio. O regulamento previa que se a partida final terminasse empatada no tempo normal e na prorrogação, o título seria decidido na moedinha. Isso não precisou acontecer, pois o Brasil goleou a Itália por 4 a 1 e conquistou a taça Jules Rimet.

Só no papel
  Garrincha, Coutinho, Pelé e Pepe. A linha de frente da seleção brasileira que disputaria a Copa do Chile, em 1962, não poderia ser melhor. Era o ataque do Santos incrementado com o botafoguense, maior ponta-direita do mundo. Mas Pepe e Coutinho se contundiram antes da estréia e o técnico Aymoré Moreira teve de escalar Garrincha, Pelé (depois Amarildo), Vavá e Zagallo.

8
gols por partida é a média de tentos sofridos pelo goleiro Duk-Yung Hong, da Coréia do Sul, na Copa da Suíça, em 1954. Ele participou das derrotas de 7 a 0 para a Turquia e 9 a 0 para a Hungria.

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