Ronaldo S/A
O atacante da seleção brasileira não tem com o que se preocupar. Gordo, lento? Nada disso importa ao craque que embolsa cerca de R$ 50 milhões por ano. A maior parte desse dinheiro vem da R9, uma holding que controla os negócios de Ronaldo. Entre eles, patrocínios a peças de teatro e filmes, negócios com academia de ginástica, equipe de automobilismo e clínica de fisioterapia, parceria com a Universidade Estácio de Sá, gerenciamento dos contratos de publicidade do jogador com AmBev, Audi, Siemens, Santander, Nike e Tim e licenciamento de produtos (material esportivo e celulares). Que dureza!

Eles se calam
Os jogadores argentinos são os que menos cantam o hino de seu país antes dos jogos da Copa da Alemanha, segundo o Information Buildes, empresa encarregada de observar os jogadores. A média é de apenas um atleta argentino cantando por jogo. A Sérvia está em segundo, com dois, seguida pela Coréia do Sul, com quatro. Já todos os jogadores de Brasil, Itália, Angola, Arábia Saudita, Costa Rica, Equador, Espanha e México cantaram o hino de seus países.

Alegria suíça
Torcedores suíços não escondem a alegria pela classificação às oitavas e pelo fato da Suíça ser a única seleção a não ter sofrido gols até agora na Copa da Alemanha. Nas ruas de Hanover, vale até passear (ou dormir) com carrinho de compras.

- Fique por dentro

17 jogos consecutivos sem vencer em Copas do Mundo é a marca registrada pela Bulgária entre 1962 e 1994.

Sem propaganda
Em 1978, na Argentina, a seleção francesa usou uma camisa com listras verdes e brancas no jogo contra a Hungria. Motivo: a Fifa vetou a camisa oficial da França devido ao uso de propaganda.

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