Nós quem, Cicinho?
Que quase todos os jogadores são marrentos, todo mundo sabe. Mas às vezes eles passam dos limites. Por exemplo, o Cicinho falando da sua atuação contra o Japão: ''Tínhamos de mostrar para o treinador que, se ele precisar, estamos preparados. Nós fomos bem no jogo, sabemos que o titular é o Cafu e temos de respeitar...''.

Copa democrática
O esporte, seja ele qual for, é fantástico por exibir imagens como essa aí de cima. As torcedoras, a ucraniana e a árabe, deixam todas as diferenças de lado e torcem para seus países no confronto de ontem que fechou o Grupo H da Copa da Alemanha.

Incentivo especial
Gana não para de festejar a classificação para as oitavas. Na capital Acra, haverá um desfile hoje para homenagear a seleção que enfrentará o Brasil na terça-feira. Mas quem se deu bem foi a delegação ganense, que recebeu US$ 100 mil dólares do príncipe saudita Al Waleed bin Talal Abd al-Aziz.

Mais Bola 9
Ronaldo, o Bola 9, até que melhorou um pouco, fez dois gols e conseguiu se movimentar em campo. Mas as piadas não param de pipocar na internet: ''Ronaldo não vê seu 'fenômeno' há dois anos'', ''O umbigo de Ronaldo faz eco'' e ''O círculo azul da bandeira do Brasil é baseado em Ronaldo com o uniforme número 2 da seleção''.

- Fique por dentro

5,38
gols por partida é a média da Copa do Mundo de 1954, na Suíça, a mais alta da história do torneio. Depois, aparece a marca de 4,67, registrada no Mundial de 1938, na Itália.

O primeiro 0 a 0
A seleção brasileira tem várias marcas e recordes na história das Copas do Mundo. Uma das marcas é o primeiro 0 a 0 da história. O Brasil empatou sem gols com a Inglaterra, na Copa da Suécia, em 1958. Até ali, em jogos das Copas de 1930, 1934, 1938, 1950 e 1954, o placar nunca tinha ficado em branco.

Façanha única
Na Copa da Argentina, em 1978, o holandês Ernie Brandts conseguiu um fato único em Copas. Ele fez um gol a favor e outro contra seu time no mesmo jogo.

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