PAPO DE COPA
O amor é lindo
Olha a pose dos brasileiros na arquibancada do Allianz Arena, em Munique, felizes da vida antes do jogo Brasil 2 x 0 Austrália. Se eles soubessem como iria ser sofrida a segunda vitória brasileira na Copa da Alemanha, talvez não teriam demonstrado tanto amor assim.
Aguenta, coração!
É, amigo leitor. Avisei que iria ser sofrido, mas nem eu esperava que fosse desse jeito. À exceção de Kaká, a seleção brasileira virou um amontoado de jogadores ''correndo'' atrás da bola. É duro ver o Bola 9 (Ronaldo) furando na hora do arremate, o Pior do Mundo (Ronaldinho Gaúcho) tropeçando na bola, o Dida falhando na saída do gol, o Roberto Carlos lançando pra ninguém, o Parreira teimando em não colocar Juninho Pernambucano em campo...
Fique por dentro
17 anos e 41 dias tinha o irlandês Whiteside, em 17 de junho de 1982, quando participou do empate em 0 a 0 do Eire com a Iugoslávia, na Copa da Espanha. Ele é o jogador mais jovem a disputar uma partida de Copa do Mundo.
Milésimo gol
O gol número 1.000 em Copas do Mundo foi marcado pelo holandês Rensenbrink, em 11 de junho de 1978, na derrota de 3 a 2 para a Escócia, em Mendoza, na Copa da Argentina.
Único líbero
Fascinado com a função do líbero (jogador que ficar atrás da linha de zagueiros), o técnico Sebastião Lazaroni escalou Mauro Galvão para o posto na Copa da Itália-1990. Como o resultado foi pífio, nunca mais ninguém falou em líbero na seleção brasileira.





