PAPO DE COPA
PUBLICAÇÃO
domingo, 11 de junho de 2006
Rodrigo Lima 
Carinho de mãe
A visita de dona Sônia à concentração da seleção brasileira, no final de semana, fará bem a Ronaldo. O atacante, envolto em problemas (bolhas, febre, gripe, Lula), deve ter levado um puxão de orelha da mãe, que quer o filho concentrado apenas na Copa do Mundo.
Papo do leitor
Outras opiniões dos leitores sobre Ronaldo x Lula: 1)''Está mais do que na hora do senhor Lula deixar de ser inconveniente e cuidar melhor das barbaridades que tem ocorrido em nosso Brasil''. (Aura Marquesini/Londrina) 2) ''O presidente ignorou a lei natural irrevogável da ação e reação. Para cada ação espera-se uma reação. Como cidadão, não aprovei o nível da pergunta. Gostaria de que o presidente do meu País fosse mais polido e falasse com mais categoria em qualquer situação, mormente quando estivesse sendo visto mundialmente, como foi o caso''. (José Rubens de Araújo/Londrina) 3) ''O Ronaldo disse o que milhões de brasileiros gostariam de falar mas não têm oportunidade''. (José Ardengui/Cianorte) 4) ''Acho que o Ronaldo não deveria dar tanta importância ao que o nosso querido presidente fala''. (Sebastião Lara/Terra Boa)
Fila de espera
Oitocentos jornalistas estão na lista de espera para conseguir uma credencial para o jogo entre Brasil e Croácia, amanhã, em Berlim. O jogo entre Argentina e Holanda, no dia 21, em Frankfurt, tem uma fila com 600 jornalistas.
Do outro mundo
Vale tudo em Copa do Mundo. Dá uma olhada na dupla aí de cima que acompanhou a vitória da Holanda sobre a Sérvia e Montenegro.
- Fique por dentro
Descalço não!
A seleção da Índia desistiu de participar da Copa do Mundo de 1950, no Brasil. Motivo: a Fifa não deixou os indianos jogarem descalços, como era comum na Índia.
10 a 1
É a maior goleada já registrada em um Mundial. Na Copa de 1982, na Espanha, a Hungria não tomou conhecimento de El Salvador e venceu por 10 a 1.
Decisão inédita
A primeira final decidida nos pênaltis foi entre Brasil e Itália, no Mundial de 1994, nos Estados Unidos. Após o empate sem gols no tempo normal e na prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O Brasil venceu por 3 a 2 e conquistou o tetracampeonato.


