Papo de Copa
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 07 de junho de 2006
Rodrigo Lima 
Bola pra frente
Está dado o pontapé inicial da Folha de Londrina para a Copa do Mundo da Alemanha. De hoje até o dia 10 de julho, a equipe esportiva da Folha estará atenta a todos os acontecimentos do Mundial que promete ser um dos melhores da história. Serão 8 páginas diárias com reportagens sobre jogadores, seleções e torcedores além das produções locais, teremos textos das agências Folhapress, France Presse e Agência O Globo análises (a coluna Mundo da Bola, do Gilmar Agassi, passará a ser publicada diariamente), infográficos, tabela atualizada dos jogos, curiosidades e a charge sempre descontraída e inteligente de Marco Jacobsen.
Papo do leitor
Aqui no Papo de Copa, o leitor também tem vez. Envie e-mail para [email protected] e dê sugestões, palpites de jogos, comente sobre as zebras e os favoritos da Copa, faça críticas ou tire suas dúvidas. Os e-mails serão publicados na íntegra ou resumidos.
R$ 1,19 bi
É o valor em que foi avaliada a seleção brasileira que disputará a Copa da Alemanha. É a equipe mais cara de todas as Copas. O jogador mais caro é Ronaldinho Gaúcho: R$ 362 milhões. O menos valorizado é Rogério Ceni: R$ 4,3 milhões.
Futebol e champanhe
Um hotel de luxo em Londres está oferecendo para as mulheres estadia sem futebol durante a Copa. Muitas já manifestaram o desejo de ficar no local, pois detestam futebol. E, se a hóspede ouvir um funcionário do hotel falar sobre futebol, ganhará uma taça de champanhe de brinde.
Fim do nepotismo
Nem o gol do zagueiro Dusan Petkovic na vitória de 6 a 0 da Sérvia e Montenegro sobre um combinado da Caríntia (Áustria), acalmou a fúria da imprensa sérvia contra o técnico Ilija Petkovic. Dusan, filho do treinador, convocado na última hora pelo pai, renunciou e não disputará o Mundial.
As chuteiras da discórdia
A Nike fez uma chuteira sob medida para Ronaldo usar na Copa da Alemanha. Com apenas 200 gramas, peso equivalente ao de uma sapatilha de atletismo e o mais leve calçado já fabricado para um jogador de futebol, a chuteira custa R$ 599,90. Sinônimo de conforto? Parece que não. Ronaldo deixou o amistoso contra a Nova Zelândia com bolhas no pé e só não reclamou da chuteira porque é um dos principais garotos-propaganda da Nike.
- Fique por dentro
1.916
é o número de gols marcados nas 17 edições de Copas do Mundo disputadas até 2002. A média é de 2,97 gols por jogo.
Recordistas
Dunga e Taffarel são os jogadores brasileiros que mais atuaram em Copas do Mundo. Cada um disputou 18 partidas.
Surgem os cartões
Os cartões amarelo e vermelho surgiram na Copa de 1970 (México), para facilitar a comunicação entre jogadores e árbitros que falassem idiomas diferentes. A necessidade dos cartões apareceu no Mundial de 1966, quando o argentino Rattin, expulso de campo, exigiu a presença de um intérprete para se fazer entender pelo árbitro alemão Kreitlein. O pedido do argentino não foi atendido. Antes dos cartões, os jogadores eram advertidos ou expulsos de campo apenas verbalmente.
A chatice do 13
Todo mundo sabe que Zagallo é supersticioso e faz do número 13 o seu grande talismã. Na Copa de 1994, nos Estados Unidos, ele arranjava todo tipo de combinação para demonstrar que, por conta do 13, o Brasil conquistaria o tetra. Dois exemplos que Zagallo vivia repetindo: ''94 é 9 + 4, ou seja, 13''. ''Brasil campeão tem 13 letras''. Ah, 'Zagallo é chato' também tem 13 letras.
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