Palmeirenses convocam torcida
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Das Agências 
São Paulo - Depois de três vitórias seguidas na temporada - 3 a 2 no Sertãozinho, 4 a 3 no Santos, ambos pelo Paulistão, e 2 a 1 no Paysandu, quarta-feira pela Copa do Brasil -, o elenco palmeirense pediu o apoio da torcida no reencontro do time no estádio Palestra Itália, neste sábado, às 17h, contra a Ponte Preta,
''Acho que esse é o momento ideal do torcedor comparecer e lotar o Palestra. A gente adora quando joga com a casa cheia, a expectativa e o clima do jogo ficam diferentes'', disse o volante Pierre, um dos atletas mais antigos do time depois do goleiro Marcos.
Para o técnico Antônio Carlos Zago, o Palmeiras precisa voltar a ser temido quando atuar em seu território. ''Se me perguntarem, vou querer jogar sempre no Palestra Itália. Os adversários precisam saber que ali é a nossa casa. A torcida tem acompanhado a superação e a determinação do grupo e tenho certeza que eles vão comparecer em peso contra a Ponte Preta'', comentou.
Já o atacane Ewerthon, que se jogar vai fazer seu primeiro jogo no estádio palmeirense, falou da expectativa do primeiro encontro com o torcedor. ''Estou tendo uma recepção maravilhosa da torcida desde a minha chegada. Quando fui contratado, deixei claro que escolhi o Palmeiras pela grandeza do clube. Espero que essa estreia no Palestra seja emocionante'', confessou.
Outro atleta que pediu a presença do torcedor foi o atacante Robert. Mesmo criticado por alguns torcedores na partida contra o Sertãozinho, o jogador deu a volta por cima e só quer saber de 'paz' com a torcida. ''Contra o Santos, a torcida foi fantástica e fomos até ela no final do jogo para comemorar. Espero que esse jogo de sábado represente um recomeço e uma relação de paz entre nós atletas e os torcedores. É bom demais quando todos estão juntos e focados num único objetivo.''
Para o duelo deste sábado, o técnico palmeirense adiantou que pretende manter o rodízio de jogadores. ''Estamos tendo uma sequência desgastante. Se o jogo fosse domingo, teríamos um dia a mais para descansar e trabalhar. Como é no sábado, não tem muito o que fazer''.


