São Paulo - Bem que o Palmeiras gostaria de estar na pele do Criciúma. As duas equipes jogam pela Copa do Brasil, às 21h40, com sonhos distintos. Além do confronto de hoje, no Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma, haverá outro na semana que vem. E só. Quem sabe eles voltem a se encontrar em 2004, talvez com o mesmo objetivo.
Porque atualmente, tudo que os palmeirenses, rebaixados para a segunda divisão do Nacional no ano passado, desejam é percorrer a trilha feita pelos catarinenses no ano passado. O Criciúma, neste ano, figura ao lado de outras 23 equipes na elite do futebol brasileiro graças ao título da Série B.
''O Palmeiras ainda não conhece essa realidade (a segunda divisão). Por isso, acho que é importante ganharmos confiança primeiro, como o Criciúma teve no ano passado'', disse o técnico Jair Picerni, admitindo que muitos de seus comandados ainda não absorveram o trauma do descenso.
Picerni deve ter a volta do volante Magrão, afastado da equipe há duas semanas da equipe por causa de um fratura na mão esquerda. O atleta, que atuará com uma proteção de plástico no local, porém, ainda depende da liberação do árbitro da partida, Luciano Gaciba para entrar em campo.
A novidade no Criciúma é o retorno do treinador Édson Valandro após quase três meses no futebol paulista.

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