São Paulo – O Palmeiras aguardava a final do Campeonato Pernambucano, disputada na última quarta-feira (28), para fazer sua última investida no tão esperado atacante Diego Souza, pedido pelo técnico Cuca.
Ao mesmo tempo em que acompanhou o eletrizante empate com o Cruzeiro nas quartas de final da Copa do Brasil, a diretoria celebrou o título do Sport no Estadual em cima do Salgueiro. A aposta é que o clima de otimismo causado pelo título facilite a negociação.
Entre os mais confiantes no Palmeiras, já há quem diga que o anúncio é questão de tempo, o negócio pode ser fechado na casa dos R$ 10 milhões.
Durante toda a semana, a cúpula da equipe pernambucana foi enfática ao dizer que o negócio não aconteceria. O presidente do time, Arnaldo Barros, chegou a dizer que a "multa era impagável" e deu o assunto por encerrado. O vice-presidente, Gustavo Dubeux, afirmou que tinha tido conversa com Diego e que a palavra final seria a do "fico".
A diretoria do Sport ainda sinalizou que só abriria negociações com o Palmeiras caso o valor chegasse aos R$ 30 milhões, o que foi completamente descartado pelo presidente alviverde, Maurício Galiotte.
A leitura do Palmeiras diante das declarações foi a de que o Sport estava se preservando para pensar apenas na final do Estadual. E ela parecia estar certa.
Logo após a confirmação do título, o discurso do Sport foi completamente alterado. Dubeux, que adotava tom definitivo, disse que "faria o máximo" para segurar o jogador. O próprio Diego Souza, em entrevista ainda no campo, não deu a palavra final e disse que "amanhã é um outro dia".

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