São Paulo - O Palmeiras estreia amanhã na Copa Sul-Americana, contra o Vasco, em São Januário, bem calejado. A escassez de títulos dos últimos anos faz com que a pressão em fazer bonito e finalmente voltar a conquistar taças só aumente. E a pressão em uma competição com a característica da Sul-Americana é maior, já que em apenas dez jogos a equipe pode sagrar-se campeã e ainda garantir a vaga para a Libertadores do ano seguinte.
O principal objetivo do técnico Luiz Felipe Scolari é fazer com que os atletas sintam o menos possível a pressão. Mas a missão não será fácil. Afinal de contas, já ficou provado que a equipe sofre com isso. Vide ano passado, quando o Palmeiras perdeu para o Goiás uma vaga à final da Sul-Americana que estava em suas mãos. O time venceu o primeiro jogo em Goiânia por 1 a 0 e vencia o duelo da volta, no Pacaembu, até os 47 minutos do primeiro tempo, quando o Goiás empatou e, na etapa final, virou a partida.
''Temos um bom exemplo de algo que aconteceu com a gente. Foi triste perder daquela maneira. Mas são lições que ficam e a gente aprendeu muito com aquilo'', disse o volante Marcos Assunção, um dos que fizeram parte daquela partida com o Goiás no ano passado.
A confiança neste ano é grande. Para o jogador, o momento é diferente daquele enfrentado em 2010. ''Estávamos com um time em formação e o Felipão havia acabado de chegar. Agora, temos novos jogadores e estamos bem mais confiantes, tanto que nossa campanha neste ano está sendo muito boa'', afirmou Marcos Assunção, um dos líderes do elenco palmeirense.

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