São Paulo - As contratações do zagueiro Edmílson e do volante Pierre, do Paraná, podem ser fechadas nos próximos dias. Mas o negócio que está mobilizando a diretoria palmeirense é o acerto com Nilmar. Para ter o atacante, o vice-presidente José Cyrillo Júnior disse estar disposto a ''fazer loucuras''. Já o diretor de Futebol Gilberto Cipullo apenas admitiu mexer no dinheiro que o clube tem em caixa para ter Nilmar.
A primeira medida, porém, é enxugar a folha de pagamentos para poder seduzir o atacante com um salário maior do que o oferecido pela concorrência. Jogadores como Sérgio (R$ 110 mil, entre luvas e salários de R$ 60 mil), Juninho (R$ 120 mil), Chiquinho (R$ 50 mil) e Rosembrick (R$ 55 mil) já foram embora. MuÀoz (R$ 90 mil) também não vai ficar. Só com o dinheiro economizado com esses cinco atletas o Verdão já teria mais de R$ 400 mil para oferecer de salários a Nilmar.
Cipullo insiste que não é ''loucura'' ou ''manobra eleitoral'' o anúncio de interesse por Nilmar. ''Seria uma promessa vã se o Palmeiras tivesse dívidas, mas não é o caso. O Palmeiras pode vender algum jogador ou fazer parcerias específicas para contratar'', diz o diretor.

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