São Paulo - Após a heroica classificação diante do Sport, em Recife, na cobrança de pênaltis, o Palmeiras volta a campo hoje para dar sequência a seu objetivo de conquistar o segundo título da Copa Libertadores da América. O rival nas quartas-de-final será o Nacional, do Uruguai, que não precisou jogar na fase anterior. Seu adversário seria o San Luís, do México, que deixou a competição pelo fato de estar proibido de atuar em território mexicano - havia temor de uma possível epidemia da gripe A naquele país.
Para largar na frente no duelo, o Alviverde conta com a presença maciça de seu torcedor no Palestra Itália, apesar do horário de início do jogo não ser dos mais favoráveis, 22 horas. O jogo de volta acontece apenas dia 17 de junho, em Montevideu, capital uruguaia.
Em campo, o técnico Vanderlei Luxemburgo deve manter o esquema com três zagueiros (Maurício Ramos, Danilo e Marcão), dois volantes (Souza e Pierre), dois alas (Fabinho Capixaba e Armero), dois meias (Cleiton Xavier e Diego Souza) e apenas um atacante (Keirrison).
Uma das preocupações do treinador é com o posicionamento de Marcão, que ficará responsável por cobrir os avanços do colombiano Armero. Em alguns momentos do jogo, o lateral atuará como um verdadeiro ponta esquerda. Dentre os considerados titulares, o lateral Wendel, suspenso, e o meia-atacante Willians, lesionado, não jogam.
Quem está à disposição do comandante alviverde é o atacante Obina, apresentado terça-feira como reforço para disputa da Libertadores. "Eu estou bem, vinha jogando, enfrentei o Internacional (pela Copa do Brasil), o Santo André no último final de semana (pelo Brasileirão). Se precisar, vou estar lá para dar o meu melhor", avisou Obina, que já tem experiência em Libertadores, jogando pelo Flamengo.

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