São Paulo - A diretoria palmeirense e Magrão desconhecem qualquer proposta, mas o volante vem sendo sondado por empresários desde que retornou ao clube no início da temporada. Em reunião na última terça-feira, o presidente Mustafá Contursi bateu o martelo e chegou ao valor de US$ 4 milhões para liberá-lo para um time da Europa. O primeiro time da lista é a Udinese da Itália, mas o Bayer de Leverkusen, da Alemanha, que tentou a sua contratação no ano passado, também está na briga para levá-lo.

Apesar de concordar com a sua venda, o Palmeiras só quer liberar o jogador após o final desta temporada para evitar atrito com os torcedores, que consideram Magrão uma das peças imprescindíveis da equipe para a disputa do Brasileiro da Série B.

O técnico Jair Picerni, que vem cobrando reforços da diretoria e perdeu esta semana o volante Claudecir, está preocupado com a situação. ''Sei que o Magrão está se preparando para jogar um dia na Itália ou na Espanha, mas acho que ele não deve sair agora. Seria muito ruim para a nossa equipe'', disse.

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