Palmeiras estréia com time improvisado
após uma pancada na canela. "Não foi nada grave." Troca de faixas - Palmeiras x Juventude será também um jogo de festa, marcado pela troca de faixas entre os atuais campeões da Taça Libertadores e da Copa do Brasil, ambos patrocinados pela Parmalat. "Em campo, porém, a coisa vai ser séria, pois eu conheço muito bem a competitividade de uma equipe gaúcha", analisou Scolari. FICHA TÉCNICA Palmeiras - Sérgio; Zé Maria, Rivarola, Cléber e Júnior; Roque Júnior, Rogério, Zinho e Evair (Jackson); Oseas e Edmílson (Paulo Nunes). Técnico - Luiz Felipe Scolari. Juventude - Emerson; Marcos Teixeira, Capone, Índio e Denis; Lauro, Flávio, Elder (Wallace) e Mabília; Maurílio e Fernando. Técnico - Valmir Louruz. Juiz - Antônio Pereira da Silva (GO). Local - Palestra Itália (18 horas).Por Anderson Couto São Paulo, 23 (AE) - Saem as estrelas principais, entram os coadjuvantes. Essa é a estratégia do técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, para enfrentar o Juventude amanhã, às 18 horas, no Palestra Itália, pela abertura do Campeonato Brasileiro. A equipe paulista não terá seis jogadores que terminaram o primeiro semestre como titulares, o que fez o treinador, comandante de um elenco milionário, apelar para a improvisação. A defesa palmeirense sofreu três desfalques, a começar pelo goleiro Marcos, que está na seleção brasileira, disputando a Copa das Confederações, no México. Em seu lugar entrará Sérgio. O lateral-direito Arce, sem condições físicas ideais, cedeu a vaga ao estreante Zé Maria e Júnior Baiano, machucado, será substituído por Rivarola. Roque Júnior, opção para a zaga, foi deslocado para o meio, na função de César Sampaio, também contundido. "Estaremos com apenas 40% de nossas forças", definiu Scolari. O treinador acredita, contudo, na dedicação dos reservas. O Palmeiras perdeu a criatividade de Alex, também na seleção, mas ganhou a experiência de Evair, que deverá atuar recuado, ajudando na criação das jogadas. Scolari também testou Jackson na posição, numa tentativa de fortalecer a marcação. No ataque, a dúvida é a escalação de Paulo Nunes. O jogador, que durante a semana acertou sua situação com a diretoria da Parmalat, não treinou nos últimos dois dias. Fez apenas tratamento médico, por causa de dores no joelho. Mesmo um pouco fora de forma, foi relacionado pelo treinador para a partida. "Ele poderá ser uma boa opção para a equipe", disse Scolari, sem definir sua vaga entre os titulares. Edmílson é o dono da posição. Segundo Scolari, o fato de o Palmeiras começar o Brasileiro sem a força total não significa que a equipe vá menosprezar a competição e pensar exclusivamente na decisão do Mundial Interclubes, em Tóquio. "Apenas em novembro vamos nos preocupar com o Manchester", revelou o treinador, que não quer repetir a estratégia adotada no ano passado pelo Vasco. O clube carioca, campeão da Taça Libertadores de 1998, "trocou" o Brasileiro por uma preparação mais intensa para a final no Japão, mas foi derrotado pelo Real Madrid. "Já sabemos até qual é a pontuação necessária para conseguirmos a classificação", contou o treinador, interessado pelo campeonato nacional. Para Zinho, o entrosamento do time virá com o decorrer das partidas. "É uma competição longa, na qual os erros podem ser corrigidos", disse o meia, que deixou o treino de hoje mancando





