São Paulo - Apesar da boa campanha no Brasileirão - cinco vitórias, três empates e uma derrota -, o Palmeiras viveu momentos turbulentos nas últimas duas semanas. Os problemas passaram desde a crise na política do clube, com o rompimento do ex-presidente Mustafá Contursi com o atual presidente Arnaldo Tirone, até a polêmica envolvendo o atacante Kléber, que, diante do assédio do Flamengo, pediu um aumento salarial e entrou em rota de colisão com a diretoria.
Para completar, a semana terminou com a polêmica envolvendo o conselheiro palmeirense Gilto Avallone, que admitiu ter municiado o Ministério Público com informações para a liminar que pede a demolição das obras do novo estádio.
Há mais de um ano no Palmeiras, Marcos Assunção admite estar acostumado ao cotidiano conturbado do clube. ''Crise todos os clubes têm. Aqui as coisas chegam para vocês (jornalistas) de uma forma mais fácil. Nos outros, não'', revelou.
Por isso, apesar de lamentar o adiamento da partida contra o Flamengo, que seria neste domingo e passou para quarta-feira, por causa do jogo do Brasil pelas quartas de final da Copa América - ''Isso vai aumentar a ansiedade do time'', justificou -, Marcos Assunção, acha que a pausa pode ser útil para diminuir as turbulências internas no Palmeiras. ''É bom para dar uma amenizada nessa situação''.

mockup