São Paulo - Se em 2014, o presidente Paulo Nobre contava moedas para pagar as contas, esse ano a expectativa é a de que os números sejam muito melhores e isso fica claro quando se vê a valorização da camisa. Somando todos os patrocinadores no uniforme, o clube teve um aumento de 1450% em um ano.
Na temporada passada, o Palmeiras teve como patrocínio fixo na camisa apenas a Tim, que paga R$ 2 milhões por ano para exibir a marca dentro do número. O clube teve alguns patrocinadores esporádicos, mas nada relevante. Para 2015, o cenário é completamente diferente.
A diretoria anunciou ontem a parceria com a Prevent Senior, que estampará seu nome por um ano na omoplata da camisa (região dos ombros) pelo valor de R$ 6 milhões. Soma-se a isso, os R$ 2 milhões da Tim e mais os R$ 23 milhões da Crefisa, patrocinadora máster, totalizando R$ 31 milhões.
As cifras devem aumentar. A barra e a manga da camisa estão sendo negociadas e existe a possibilidade de ser comercializado o shorts.
Outra importante fonte de renda, o Avanti, programa de sócio-torcedor também vai muito bem e deve ter mudanças. O dirigente admitiu que vai aumentar o preço dos planos por causa da mudança de local onde o Palmeiras manda seus jogos.
"O Avanti está adaptado ao Pacaembu, que é um estádio do século passado, e agora vai se moldar ao Allianz, onde tem mais benefícios e conforto. Não só o Avanti, como o preço dos ingressos também deve mudar", avisou.
Em relação ao time, as novidades foram as presenças de quatro garotos que disputaram a Copinha treinando com o time principal, casos do lateral-esquerdo Guilherme, do meia Gabriel Leite e dos atacantes Chistopher e Gabriel Jesus. Deles, quem tem mais chance de ser aproveitado no Paulistão é Gabriel Jesus.
O atacante Kelvin passou por exames e foi constatado uma entorse no joelho esquerdo. Os médicos não falam em previsão para o retorno, mas geralmente o tempo de recuperação vai de dois a três meses. Ele não deve ser inscrito no Campeonato Paulista por causa da lesão.

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