PALMEIRAS - Quase lá! (mas sem urgência)
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
FELLIPE LUCENA<br> [email protected] 

O Palmeiras espera fechar um acordo de patrocínio master ainda neste mês. E pode ser com "chapéu" no São Paulo. A Crefisa, empresa do mercado financeiro, negocia há algum tempo com o rival do Morumbi e chegou a ter conversas avançadas, mas o Alviverde entrou na negociação e terá reunião para receber uma proposta nesta semana.
A chinesa Huawei, fabricante de dispositivos eletrônicos, também está na briga. A negociação com o Palmeiras teve bom andamento na semana passada, mas a chance de fechar com a Crefisa e frustrar o rival faz a diretoria esperar.
A pedida do clube para a Caixa, no ano passado, era de R$ 25 milhões anuais.Agora, a expectativa é ganhar de R$ 15 mi a R$ 18 mi com o master.
Se nos dois primeiros anos de Paulo Nobre como presidente a ausência de um patrocinador fez muita falta, neste momento não há a mesma urgência. A estimativa do clube é de que essa seja a quarta maior fonte de receita do ano.
A principal é a cota de transmissão do Campeonato Brasileiro, de aproximadamente R$ 80 milhões, que voltará a cair integralmente. A ausência deste montante, adiantado por gestões anteriores, fez com que Nobre trabalhasse com somente 25% da receita normal em 2013 e 70% no ano passado.
Além disso, a diretoria aposta no programa de sócio-torcedor Avanti, que apresenta crescimento incrível. O lucro gerado por ele em 2014, quando houve quase 29 mil novas inscrições, foi de R$ 12 milhões. Só neste início de ano, já são 10 mil, o que faz o clube sonhar em mais do que dobrar o faturamento do programa.
Outra receita que deve superar a do patrocínio é a de bilheteria.
Por contrato, toda a renda dos jogos no Allianz Parque fica com o Palmeiras. No amistoso contra o Shandong (CHN), a renda bruta foi de R$ 1,5 milhão,mesmo longe da lotação (27 mil presentes) e com ingressos mais baratos do que nos dois jogos anteriores.
Pouco abaixo do master, deverá ficar o valor pago pela Adidas por fornecimento de material esportivo. O contrato acabou em dezembro, mas as partes finalizam o novo documento e o serviço não foi interrompido - há uma carta de intenções com valor contratual.






Mouche sofre lesão séria e fará cirurgia
Uma ressonância magnética realizada na noite de sábado detectou que o atacante Mouche rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito e precisará passar por cirurgia. A recuperação deste tipo de lesão costuma demorar por volta de seis meses.
Mouche se machucou durante o amistoso contra o Shandong Luneng (CHN), no Allianz Parque. Ele entrou no intervalo e teve de ser substituído minutos depois, após prender o pé direito no gramado e sentir um estalo no joelho. A preocupação dos médicos já era grande na saída do estádio, e por isso o jogador foi direto para o hospital.
O argentino fez atividades físicas nas férias, em Buenos Aires, para voltar em boas condições e ter mais chances de brigar por uma vaga entre os titulares. Agora, voltará apenas no segundo semestre.
Como o L! mostrou no sábado, Mouche é um dos seis jogadores que agora têm seus direitos econômicos sob posse do presidente Paulo Nobre, que emprestou dinheiro para sua contratação. Ele chegou a ser sondado pelo Boca Juniors.



