Imagem ilustrativa da imagem Palco de jogo do Positivo/Londrina na Superliga continua indefinido
| Foto: Gustavo Carneiro/26-10-2017



Enquanto a FEL (Fundação de Esportes de Londrina) corre contra o tempo para viabilizar a troca de piso do Ginásio de Esportes Moringão, as atletas do Posivo/Londrina continuam treinando para a estreia na Superliga B de Voleibol Feminino, programada para o próximo dia 27 contra o Curitiba Caroh House/CMP. O jogo será no ginásio do Círculo Militar do Paraná, na capital paranaense. A estreia em casa está agendada para 3 de fevereiro diante do São José dos Pinhais, mas o local que irá abrigar a partida permanece indefinido.

Com a reforma do Moringão, a direção do time londrinense chegou a cogitar a possibilidade de utilizar a quadra do Colégio Estadual Vicente Rijo, na região central, mas o espaço necessita de diversos reparos. Segundo a diretora do Positivo/Londrina, Elisângela Almeida de Oliveira, a comissão técnica soube que o local não poderá ser usado nesta terça-feira (16). A dirigente informou que o patrocinador da equipe, que recentemente adquiriu instituições de ensino na rua Prefeito Faria Lima e na avenida Maringá, se comprometeu a instalar o piso denominado, próprio para absorver o impacto das disputas da modalidade. "Ele é emborrachado e custa R$ 30 mil. Seria uma alternativa enquanto as obras não terminam no Moringão", disse.

Para Oliveira, as melhorias no Vicente Rijo deveriam ser providenciadas em tempo recorde. "Pelo que verificamos, falta pintura, adequação de parte elétrica e dos vestiários, além das goteiras do teto". Sem poder usar o espaço, a ordem é procurar outras opções. "Temos que obedecer algumas regras da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). É incrível que a segunda maior cidade do Paraná não tenha um ginásio alternativo", comentou.

Conforme a diretora, jogar a partida contra o São José dos Pinhais na capital do Estado seria "humilhante". Ela argumentou que "o mais difícil é arranjar o patrocinador. Quando conseguimos a verba para sustentar as jogadoras, não temos lugar para jogar? Dentro das nossas condições, estamos dando o suporte necessário", criticou.

Por outro lado, o presidente da FEL, Fernando Madureira, afirmou que chegou a se reunir com representantes do governo estadual da região de Londrina para iniciar os reparos no Vicente Rijo. Ele disse que está estudando a possibilidade de não trocar totalmente o piso do Moringão, o que diminuiria o prazo de conclusão dos trabalhos. "Tudo poderia ser terminado em até 25 dias", disse. Além do Positivo/Londrina, a Superliga B terá mas cinco equipes. Os jogos prosseguem até o final de abril.

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