Palaia nega golpe político no Palmeiras
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Das Agências 
São Paulo - Salvador Hugo Palaia, 76 anos, foi apresentado oficialmente ontem, na Academia de Futebol, como o novo presidente interino do Palmeiras. Ele vai ocupar o cargo até o dia 10 de novembro, prazo em que Luiz Gonzaga Belluzzo vai ficar licenciado da presidência. Em sua primeira entrevista coletiva, Palaia foi categórico ao afirmar que a mudança no departamento de futebol não se tratou de um golpe político e disse que pretende democratizar e pacificar o clube.
''Não foi golpe, nem traição, muito menos vingança. O presidente Belluzzo passou o cargo para mim e sabia de tudo o que aconteceu. O Seraphim Del Grande também sabia, pois tínhamos jantado na noite anterior. Eu gostaria muito que o Seraphim participasse do conselho gestor e o Cipullo também. Isso prova que não tenho mágoa de ninguém. O Pescarmona (novo diretor de futebol) é um dos homens fortes do Muda Palmeiras, é amigo pessoal do Cipullo e está num cargo de extrema relevância nesse conselho. Isso prova que não teve traição.''
O novo presidente palmeirense voltou a reafirmar o objetivo de ''pacificar'' o clube. ''Eu vou pregar a união no Palmeiras. Tenho uma vontade imensa de pacificar o clube. A salvação neste momento é todos estarem unidos e pensarem em um Palmeiras maior. Gostaria de chamar os opositores para participar das nossas ações. Neste conselho gestor, todos terão participação. Vamos gerir o futebol de maneira democrática, e eu me responsabilizarei por tudo o que acontecer'', finalizou.
Desfalque
O técnico Luiz Felipe Scolari recebeu uma má notícia para o clássico contra o Santos, na Vila Belmiro. O meia Tinga sofreu uma lesão no joelho direito. Ele sofreu uma entorse no duelo contra o Internacional da última quarta-feira. O meio-campista precisou até ser substituído por Rivaldo no segundo tempo do jogo realizado na Arena Barueri. Agora, só deverá voltar a defender o Palmeiras em duas semanas.


