A Olimpíada acabou e o ouro brasileiro foi adiado para os Jogos de Atenas, em 2004. Em Sydney, o Brasil teve que se contentar mesmo com as seis medalhas de prata e seis de bronze. ‘‘Todos nós esperávamos a medalha de ouro, mas ela não aconteceu e ninguém é culpado por isso. Todos fizeram o melhor que podiam, inclusive o COB. Isso não invalida as 12 medalhas que conquistamos, algumas com peso de ouro’’, disse o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Artur Nuzman.
As primeiras pratas chegaram com o judô. O paulista Tiago Camilo, 18 anos, um dos mais jovens da Olimpíada, conquistou a primeira medalha. Foi prata na categoria até 73 quilos. Logo em seguida, outra prata. Desta vez com o judoca Carlos Honorato, na categoria até 90 quilos.
O vôlei de praia esteve muito perto de conseguir o ouro, tanto no masculino como no feminino, mas os brasileiros que chegaram a Sydney como favoritos, também acabaram não obtendo o resultado esperado. Até mesmo o iatista Robert Scheidt, que era o atleta mais cotato ao ouro, não conseguiu subir ao lugar mais alto do pódio. Teve que se contentar com a prata.
A última prata do Brasil chegou com sabor de ouro. A equipe do revezamento 4 x 100 metros rasos, formada por Vicente Lenílson, Édson Luciano Ribeiro, André Domingos e Claudinei Quirino terminou a prova em segundo lugar, com 31 centésimos de segundos de diferença dos americanos.
Quem abriu a conquista de bronzes foi a natação brasileira. A equipe do revezamento 4 x 100m – Gustavo Borges, Carlos Jayme, Fernando Scherer e Edvaldo Valério – estava em quinto e surpreendeu nos últimos 50 metros.
As outras medalhas vieram com Adriana Samuel e Sandra, no vôlei de praia; Torben Grael e Marcelo Ferreira, na classe star, no iatismo; com a equipe formada por Luiz Felipe Azevedo, Andre Johannpeter, Alvaro de Miranda Neto (Doda) e Rodrigo Pessoa, no hipismo; no vôlei e basquete feminino.

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