Preocupado com a disputa pelas primeiras posições no Brasileirão, o técnico Oswaldo de Oliveira não titubeou em deixar seus 11 titulares descansando em Santos para o duelo de domingo, contra o Inter, no Brasileirão, e mandar a campo hoje, no Café, o time com 11 reservas, sendo oito garotos oriundos das categorias de base do clube.
Mesmo sem a equipe principal, o treinador pretende manter a forma de jogar da equipe e, por isso, vai escalar três atacantes. "A ideia é manter a forma que o time vem jogando. Respeitamos as características. Uns são mais técnicos, velozes, defensivos, outros recompõe melhor. Sobre o Aranha, conversamos com o Arzul (preparador de goleiros) e ele achou melhor dar continuidade ao trabalho de recuperação. O Vladimir precisa jogar, também", explicou o treinador, que terá três volantes no meio campo e nenhum armador.
Oswaldo de Oliveira mostrou conhecimento da equipe alviceleste e pediu atenção especial a Celsinho. "O Londrina tirou o Criciúma da Copa do Brasil, é o campeão paranaense desse ano. É uma equipe de qualidade, tem o Celsinho, que é inteligente, bom armador. Tem dois laterais que apoiam muito bem e chegam ao ataque. O atacante (Bruno Batata) não joga porque já jogou em outro clube. Mas espero que seja um jogo de lá e cá", afirmou.
A outra preocupação do treinador é com o estado do gramado do Café. Alvo de críticas há muito tempo, o campo prejudica o toque de bola e as jogadas das equipes mais técnicas, como são os casos de Londrina e Santos. Contra o Metropolitano-SC, domingo, o Tubarão sofreu com essa irregularidade.
Quando veio jogar na cidade, contra o Figueirense, antes da Copa do Mundo, o treinador santista já havia reclamado. "Contra o Figueirense já estava ruim, mas agora, pelo que eu vi, está ainda pior. Parece que deu um fungo na grama. Esse jogo seria um atrativo, é importante na Copa do Brasil, mas merecia uma sala de estar mais apropriada", afirmou Oliveira. (T.M.)

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