Orgulho, emoção e trabalho: a Copa mexe com radialistas
A Paiquerê irá transmitir 16 jogos da primeira fase do Mundial. Boletins gravados serão veiculados durante toda a programação. Quatro programas serão transmitidos diariamente ao vivo da Coréia do Sul o Jornal da Manhã, às 7 horas; o Bate-Bola, ao meio-dia; o Em Cima do Lance, às 18 horas; e o Balanço da Copa, às 21 horas.
Além dos quatro profissionais que estarão no Centro de Imprensa, nos estádios e nos centros de treinamento, a Equipe Total terá apoio de uma retaguarda de peso, que inclui outros dois profissionais que já foram a um Mundial. O locutor Alcir Ramos, que foi à Italia, em 1990, e aos Estados Unidos, em 94, e o repórter Reinaldo Furlan, que esteve na França, em 1998.
Furlan e Ramos devem navegar como nunca na internet em busca de informações suplementares, além de levar o clima da cidade nas transmissões dos jogos e programas.
Os dois não lamentam o fato de ficarem no Brasil. Na França, senti muitas saudades da família, recorda o repórter.
Ramos lembra que na Copa o ambiente é de companheirismo e de muito, muito trabalho. Ninguém consegue fazer turismo. Quem vai para uma cobertura desta, sabe que tem muito trabalho pela frente, resume o locutor, que não consegue esquecer do gol de Cannigia contra o Brasil na Copa da Itália.
O gol definiu o confronto eliminatório e resultou no fim melancólico da Era Lazaroni. Para Ramos, naquele momento o torcedor e o locutor se fundem. Sai um grito sem graça e a gente fica arrasado como qualquer torcedor. (L.F.M.)





